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Atualidades para concursos públicos e para a vida!

Atualidades para concursos públicos e para a vida!
08-07-21 | Dicas de Estudo | admin | Tags: , , , , , ,

Preciso saber de tudo sobre atualidades?

Você provavelmente se pergunta por que atualidades são tão importantes e não sabe a resposta para isso. Então, vamos te mostrar os benefícios de saber sobre esse assunto. Aprender atualidades não é apenas para concursos como muitos pensam, você precisa saber também para a vida. Esse tema, assunto ou disciplina aparece em diversos concursos da área policial, sendo mencionado ou não no edital, acredite vai te ajudar, entender um pouco sobre ATUALIDADES.

É fundamental que você tenha conhecimento de tudo que acontece no mundo e no Brasil. Isso porque as pessoas que possuem domínio sobre esse assunto têm maior capacidade de argumentação, maior engajamento, maior conscientização política e social, o que é de extrema importância para o seu futuro. Seja para sua formação ou para passar em concurso público, entender por que atualidades são tão importantes e tomar conhecimento dela é fundamental.

Vamos citar 03 pontos abaixo com grande importância para os próximos concursos das carreiras policiais. Pega a dica do Operação Federal, BORA???…

Comércio internacional

O comércio internacional nunca foi tão intenso, como nas décadas recentes, mas as exportações dos países ricos cresceram muito mais do que as dos países pobres. Atualmente, apenas dez países dos 195 do planeta, monopolizam mais da metade de todo o comércio internacional.

Um dos instrumentos desse crescimento foi a criação da Organização Mundial do Comércio (OMC), em 1995, com o objetivo de abrir as economias nacionais, eliminar o protecionismo – quando um país impõe taxas para restringir a importação de produtos e proteger a produção interna – e facilitar o livre trânsito de mercadorias.

A OMC funciona com rodadas de discussão sobre temas, que chegam ao final quando se fecham os acordos. A Rodada Doha, aberta em 2001, entrou num impasse não resolvido até hoje. Os países ricos querem maior acesso de seus produtos aos países em desenvolvimento. Esses, por sua vez, buscam restringir as vantagens econômicas, como os subsídios que os países ricos dão a seus agricultores, e não se chegaram a um acordo.

O Brexit

O Reino Unido é um país formado por quatro países: Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte.

Em junho de 2016, por meio de um plebiscito, os britânicos decidiram sair da União Europeia, no que foi denominado de “Brexit”. O acrônimo é uma abreviação das palavras “British” (britânico, em inglês) e “exit” (saída, em inglês). Na votação, 52% dos eleitores votaram por sair, 48% por permanecer. A vitória do sair levou à renúncia do então primeiro-ministro David Cameron. Thereza May assumiu como primeira-ministra.

O artigo 50 do Tratado de Lisboa, um dos tratados constitutivos da União Europeia, regulamenta o processo de saída de um país do bloco econômico. O país que quer sair do bloco tem que notificá-lo formalmente. A partir daí, iniciam-se negociações sobre os termos da saída, que podem durar até dois anos.

O Reino Unido fez a notificação em 29 de março de 2017. A saída estava programada para ocorrer em 29 de março de 2019, mas isso não ocorreu. Calma, vou te explicar brevemente o motivo!

Os termos do acordo de saída negociado por Thereza May com o bloco europeu teriam que ser aprovados pelo parlamento britânico, que rejeitou a proposta por três vezes consecutivas. Devido a isso, Thereza May renunciou ao cargo de primeira-ministra. “Pede pra sair! Frase famosa no filme Tropa de Elite do BOPE-RJ”, rsrsrs.

No seu lugar, assumiu em julho de 2019, Boris Johnson, ex-ministro de Relações Exteriores e ex-prefeito de Londres. Ele prometeu que o Reino Unido sairia do bloco europeu até o final de outubro de 2019, com acordo ou sem acordo, o que também não ocorreu. Boris Johnson negociou com a União Europeia um ajuste no acordo de saída, que foi rejeitado pelo parlamento britânico. Além de não ter aprovado, a Câmara dos Comuns determinou ao primeiro-ministro que solicitasse um novo adiamento da saída do Reino Unido do bloco europeu, até 31 de janeiro de 2020.

Porém, Johnson conseguiu aprovar o adiantamento das eleições gerais do Parlamento britânico, realizadas em dezembro de 2019, vencidas pelo Partido Conservador, do primeiro-ministro, que conquistou a maioria dos assentos. Após a vitória eleitoral, o acordo do Brexit foi finalmente aprovado pelo parlamento britânico e o Reino Unido saiu da União Europeia, COM ACORDO, em 31 de janeiro de 2020. É uma SAÍDA INÉDITA, é a primeira vez que um país membro sai do bloco econômico.

MERCOSUL

O Mercado Comum do Sul – MERCOSUL, foi fundado em 1991 pela Argentina, o Brasil, o Paraguai e o Uruguai, que são seus Estados-Partes (membros efetivos ou plenos). A Venezuela (Estado-Parte) ingressou no bloco em 2012, estando atualmente suspensa. A primeira suspensão foi em dezembro de 2016, por não ter adequado no prazo concedido, de quatro anos, legislação e normas internas aos acordos e tratados do bloco econômico. A segunda suspensão foi em agosto de 2017, com base na cláusula democrática, constante do Protocolo de Ushuaia do MERCOSUL. O bloco entende que há uma ruptura na ordem democrática do país e que os poderes não estão funcionando de modo harmônico e independente no país.

Estados-Partes são os que participam dos acordos e tratados do Mercosul e possuem uma maior integração comercial. Possuem direito de voto, são os países que têm poder de decisão sobre os assuntos do bloco econômico.

O MERCOSUL conta, ainda, com Estados Associados (membros associados) e Estados Observadores (membros observadores). Os Estados Associados são a Bolívia, o Chile, o Equador, o Peru, a Colômbia, a Guiana e Suriname. A Bolívia é um Estado Associado em processo de adesão ao bloco como Estado-Parte. México e Nova Zelândia são Estados Observadores.

Os membros associados fazem parte da área de livre comércio, mas não adotam a Tarifa Externa Comum (TEC). Portanto, não participam integralmente do bloco, aderem, apenas, a alguns acordos comerciais e não possuem poder de voto nas decisões do Mercosul. Podem participar na qualidade de convidado nas reuniões de organismos do bloco e podem assinar acordos sobre matérias comuns. Um membro observador é aquele que apenas participa das reuniões do bloco, no sentido de melhor acompanhar o andamento das discussões, mas sem poder de participação ou voto.

Acordos Comerciais – MERCOSUL e União Europeia

Em 28 junho de 2019, o MERCOSUL e União Europeia assinaram um acordo comercial, após 20 anos de negociações entre os dois blocos econômicos. O acordo será uma das maiores áreas de livre comércio do mundo. Porém, para entrar em vigor, deve ser aprovado no Parlamento Europeu e nos parlamentos nacionais de todos os países dos dois blocos econômicos e ser ratificado pelos poderes executivos. Após as aprovações e ratificações, a redução de tarifas entre os blocos entra em vigor, mas de forma gradativa, ao longo de dez anos. A expectativa é de que o acordo promova uma retomada no fôlego das relações comerciais entre Brasil e União Europeia. Ao longo dos últimos anos, os europeus têm perdido espaço nas exportações brasileiras.

Colocamos um breve resumo dos assuntos mais diversificados pela mídia nacional e mundial em 2020 e 2021. Acreditamos que irá te ajudar na redação ou simplesmente para um conhecimento extra.

Pega a dica do Operação Federal!

Abraço, futuros policiais!

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